quinta-feira, 18 de março de 2010

Concurso Fundação Casa

Era para ter postado este texto antes, mas esta semana foi punk. Com direito a alergia e perda da voz...Aff! Mas vamos lá, que vale a pena postar isso...

Quase no dia de encerramento das inscrições recebo um e-mail de uma amiga também jornalista com uma lista de uma série de conscursos para a região Sudeste. O da Fundação Casa (esta mesmo que teve rebelião em Campinas) foi o que mais me chamou a atenção e então pensei em voltar a estudar para concursos. Foi o que fiz. Estudei por dois meses e fui fazer a prova na certeza que não me classificaria, mas com a esperança de, ao menos, passar para não me sentir tão burra. E aí foi todo um parto até a hora de conferir o gabarito.
Primeiro vi que gastaria mais de R$ 200 para ir até Sampa fazer a prova. Pedi socorro a única pessoa que pode me ajudar nessas horas de pobreza: minha mãezinha. Sim, ela me deu a grana e fui com a Emile e o Ângelo para a Terra da Garoa. Aliás, garoa que nada! Caiu foi o mundo quando chegamos. Pensei seriamente em trocar o carro da Emile por uma canoa, mas ela não aprovou a idéia. Continuo achando que seria útil naquele momento!
O GPS da Edna, carinhosamente chamado pelo Ângelo de Clotilde, parou de funcionar. Sim, aparelhos eletrônicos dão "pau" na hora que a gente mais precisa. Deve ser regra no mundo eletrônico. Na próxima encarnação quero vir robô. Sem sentimentos e com muita disposição. Não precisarei parar nunca e quando não quiser fazer algo, finjo alguma pane. E ainda coloco na tela: Você realizou uma operação ilegal! Só para deixar o caboclo com aquela cara de "e agora?", rs.
Bem, foi essa cara que fizemos. Eu e o Ângelo né, porque a Emile resolveu tirar do bolso quase que uma caixa de papel. Ela havia entrado no Google em casa e trascreveu para queles minúsculos papéis toda nossa tragetória. Seria útil se conseguíssemos enxergar um palmo a frente. A chuva era tanta que estava inviável ler placas. Ainda bem que o carro da Emile, que só tem duas portas, tem ar condicionado. Dá para imaginar o tamanho da minha felicidade com essa constatação!?!
Pior mesmo foi aguentar a Emile falando para eu fazer o GPS funcionar. Gente, a Clotilde estava com TPM. Eu não podia fazer nada. Enfim a chuva estiou e estávamos muito perdidos. Mas como somos brasileiros e não desistimos nunca, duas horas depois chegamos ao hotel que havíamos escolhido pela internet. Hotel? Fala sério! Aquilo era a visão do inferno e com cheiro de mofo! Não...definitivamente não iríamos ficar ali. Pedimos a devolução do dinheiro e reclamamos muito, afinal, por que foto não tem cheiro? Se imaginássemos aquilo, teríamos ido direto para a Paulista ficar no Fórmule 1, como EU já havia dito à Emile, mas ela disse que esse era bom...me lembre de nunca mais cair nessas histórias...rs
Enfim, foi mais um parto até acharmos um Fórmule 1. Às 16 horas conseguimos finalmente encontrar o dito hotel, mas na 9 de Julho, longe da Paulista, para quem iria andar a pé. Mas a essa altura com uma vontade enorme de comer algumas coisa e com a bexiga estourada...decidimos ficar. Podia até ter tido uma superinflação e a diária passar para R$ 1000,00 que ficaríamos.
Comer? Ah, isso foi lá pelas 17 horas. Um sanduba com coca que me custou R$ 15,00.
Mas tudo bem, o passeio até que foi bom. Fomos ao Shopping Frei Caneca e lá encontrei o presente para minha mãe. Também fomos a um barzinho com música ao vivo que era um arraso. A noite paulista é muito boa, sempre. Depois disso, fui embora cedo para o hotel que ficava há mil léguas de distância e descansei para fazer a prova. Afinal, foi isso que fui fazer em Sampa.
Resolvemos não pagarmos mais uma diária do estacionamento e a Emile iria me levar à prova, em Liberdade. Bem, iria levar-nos, poque a Mari também iria fazer prova. Não falei da Mari?
Mari é uma menina muito gente boa de Brasília, que esperou nos encontrarmos em São Paulo para, enfim, lanchar com a gente e curtir uma baladinha também. Ela dormiu no mesmo hotel e ia fazer prova em Liberdade também. Estava tudo certo até percebermos que os 10 min de distância entre o hotel e o local da prova descrito no mapa do Google era a mais pura mentira considerando o trânsito de São Paulo. Ah, adivinha? Correria...eu e Mari fomos de metrô e chegamos 10 min antes da prova. Ainda bem que tive tempo de beber água. Foram 3 horas queimando a mufa! Não estava muito certa do meu potencial.
Dois dias depois a divulgação do gabarito: PASSEI! Mas tão na risca que só seria chamada em 2020, bem depois das Olimpíadas no Rio. Mas valeu para saber que não sou tão burra assim. rs E que se me dedicar posso até embarcar em outro concurso. Afinal, minha mãe me disse algo encorajador. Concurso não foi feito para passar somente e sim para ser feito ATÉ passar.

5 comentários:

Camilla para os menos íntimos... disse...

eu prestei esse concurso, sou Assistente Social, vi o gabarito, eram 60 questões, acertei 45, acho que classifico mas não sei se passo... aguardemos, de repente, tudo pode acontecer!

CHica da Silva disse...

se te ajuda: concurso nao foi feito pra medir conhecimento!

aprendemos isso no cursinho e vemos isso na prática..jamais tente discutir c a banca rs

bj

chica

Thaissa Costa disse...

Camilla: Vc é de Sampa?

Camilla para os menos íntimos... disse...

sou sim...

me adiciona no msn:
camillapreta@hotmail.com

ou skipe:
camilla.preta

e aí a gente conersa melhor.
beijos.

Thaissa Costa disse...

Adicionada. beijinhos

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