quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Amor e paixão


 
Você consegue perceber a diferença entre os dois sentimentos? Sempre ouvi falar que amor é mais suave, sutil, sublime. Já a paixão é conseiderada por muitos avassaladora, insana. Diante dessas descrições poderia considerar que amor é monótono e paixão é um suicídio a médio prazo.
No entanto não tenho uma opinião formada ainda sobre isso. Não sei ao certo se sei distinguir esses sentimentos em mim. Acredito, de forma quase lúdica, que o amor e paixão devem caminhar juntos. Assim teríamos doses de cada um desses adjetivos.
O que gosto é de utilizar cada um dos sentidos: paladar, olfato, tato, audição e visão. Cada um na sua hora e todos ao mesmo tempo. Não acho que amor sem paixão seja bom. Deve ser chato. E paixão sem amor é loucura. Dá vontade de morrer e de repente essa vontade passa, assim como o sentimento.
Como saber que encontrou a pessoa certa? Existe pessoa certa? Como sentir isso tudo e não sentir medo também?
Por que sentimentos não são como cálculos matemáticos? Ao menos saberíamos o valor de cada X. Mais ainda, saberíamos o percentual de risco de cada relação. Gostaria de saber como seria a sociedade se o sentimento também fosse racionalizado.

*Muita gente me disse que as letras dos posts estavam enormes. No meu pc não aparece desta forma. Por favor, me informem como está agora...

Beijos,
T.Costa

7 comentários:

Camilla para os menos íntimos... disse...

as vezes eu acho que sei mas acho que não sei não! rsrs!
só sei que os dois tiram os nossos pés do chão e nos arrebata o coração... beijos.

Camilla para os menos íntimos... disse...

as letras continuam imensas.

Gil Rosza disse...

estão médianas agora na minha visualização. menores que antes, mas ainda um pouco maiores q o "normal".

Gil Rosza disse...

Já passei horas acordado pensando nisso rsrsrs, num jeito de definir uma coisa e outra ao meu jeito e ainda acho muito difícil chegar a algum lugar confiável. Mas tem um anuncio antigo acho que é da W/Brasil para o Serenata de Amor que concordo um pouco com o discurso nele:
“Segundo alguns psicanalistas, quando se apaixona, você não se relaciona com alguém de carne e osso, mas com uma projeção criada por você mesmo;
E a projeção que fazemos é a de um ser absolutamente perfeito. Mas depois de um período a projeção acaba, e você passa a enxergar de verdade a pessoa com quem está se relacionando. Invariavelmente, algumas virtudes do parceiro ou da parceira vão embora junto com a projeção, outras ficam... E se o que ficou de cada um for suficiente para os dois, a relação perdura, caso contrário...”

CHica da Silva disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
CHica da Silva disse...

milhoes de pessoas tentam descrever este sentimento. Tentam explicar, racionalizar, mas eu estou preferindo apenas aceitar, pois acho que como humanos, estamos preso a paradigmas demais, buscando explicaçao demais. Sente ou nao sente.
acho que é mais facil aceitar do que tentar encaixar esses sentimentos em alguma ideia preconcebida que a nossa sociedade modernista tem.
A nao ser q isto esteja te incomodando tanto a ponto de ter q decidir entre os sentimentos..afinal, decisao, escoha, requer um preço

bjssssssss

Thaissa Costa disse...

Esse tipo de dúvida não me incomoda. Decisão nenhuma a tomar...apenas norteia meus pensamentos em alguns momentos da vida. Gil...eu acho que já li algo assim em algum lugar e havia esquecido...Vc sempre com palavras sábias...amoooo!

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